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📅 Atualizado em: 12/09/2025

Já parou pra pensar que a forma como pesquisamos as coisas mudou muito? Se antes o Google era o oráculo definitivo das nossas dúvidas, hoje ele divide espaço com o TikTok, o ChatGPT, o Instagram e até o Pinterest. E essa mudança não é só uma curiosidade geracional, ela mexe diretamente com o jeito que as marcas são encontradas (ou esquecidas) no ambiente digital.

Se você ainda pensa sua presença digital com base apenas em SEO tradicional, temos uma notícia não muito boa: seu conteúdo pode estar afundando nas profundezas da segunda, terceira, até quarta página do Google. A busca se tornou conversacional, instantânea e extremamente personalizada, sua marca está pronta para ser a resposta?

O comportamento dos usuários mudou: menos cliques, mais respostas

branding semantico

O que o usuário quer? Respostas. Quando? Agora. Onde? Na própria barra de pesquisa.

Hoje, quem pesquisa espera resultados diretos, objetivos e sem rodeios. A explosão das buscas zero-click, da pesquisa por voz e dos snippets de IA está transformando a forma como acessamos, ou deixamos de acessar, conteúdos.

Para se ter uma ideia, quase 43% das buscas feitas no Google já apresentam uma “visão geral” gerada por inteligência artificial, o que significa que o usuário pode obter exatamente o que procura sem precisar clicar em nenhum link. Isso tem reduzido drasticamente as taxas de clique em páginas bem posicionadas, especialmente em consultas informativas. O resultado disso é  uma corrida silenciosa por atenção, onde só as marcas mais claras, úteis e consistentes ganham.

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Por que marcas precisam ser facilmente encontradas nesse novo cenário

branding

Estar no Google já não basta mais. É preciso ser a resposta que a IA escolhe mostrar — e isso passa por três pilares: constância, autoridade e clareza.

Constância

A IA valoriza quem não some. Quanto mais frequentemente você publica conteúdos atualizados, relevantes e alinhados ao seu nicho, maior a probabilidade de ser citado, recomendado ou referenciado nas respostas automáticas de mecanismos como o Gemini e o ChatGPT. Publicar um blog uma vez por mês pode até parecer suficiente para quem só pensa em SEO tradicional, mas na era da busca por IA, o ritmo importa. A frequência de atualizações sinaliza para os algoritmos que sua marca está ativa, comprometida e confiável.

Autoridade

Não adianta falar de tudo, é preciso mostrar que você entende de verdade do que está falando. A IA usa uma série de critérios para identificar fontes confiáveis, como backlinks, tempo de permanência no site, engajamento orgânico e, principalmente, a reputação digital do domínio. Ter especialistas assinando seus conteúdos, colaborar com fontes confiáveis e mostrar domínio sobre os tópicos centrais do seu negócio é essencial para se tornar uma referência que a IA confia.

Clareza

IA nenhuma curte rodeio. Se seu conteúdo é raso, confuso ou genérico, ele não será escolhido como resposta. A clareza aqui envolve desde a estrutura do conteúdo até a forma como você responde perguntas objetivas. Explicações diretas, uso correto de heading tags (como H2 e H3), frases bem escritas e uso inteligente de palavras-chave ajudam a IA a entender melhor sobre o que você fala e se vale a pena mostrar sua resposta.

Parece muito esforço? É porque é mesmo. A IA facilita no cotidiano, mas ela também nos obriga a ‘subir a régua’, podemos assim dizer, sobre o que é relevante ou não. Afinal, todo mundo consegue criar um texto com ajuda de Inteligência Artificial, mas isso não garante que você vai aparecer primeiro nas pesquisas.

Fortalecer a marca agora é também otimizar para o algoritmo de IA

marketing digital

A construção de autoridade digital entrou em outro nível. Não basta ter tráfego: é preciso ser referência confiável, com presença forte e conteúdo útil. E, nesse novo cenário, isso inclui alimentar os robôs com boas histórias.

A IA não vai te escolher se você for só mais um. Por isso, se você domina um assunto, mostre isso. Compartilhe conhecimento, atualize suas páginas, crie conexões entre temas e demonstre profundidade. Conteúdo sem contexto, agora, é conteúdo invisível.

Branding não é só sobre logotipo e tom de voz: é sobre se tornar referência naquilo que resolve. E isso exige mais do que técnica. Exige coragem de colocar a cara a tapa e presença real na conversa digital.

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As novidades do Google mostram sobre o futuro da busca

busca conversacional

Se antes o jogo era ranquear no topo da página de resultados, agora o desafio é entrar na resposta da IA.

O Google deu um passo ousado ao anunciar, no I/O 2025, a integração entre o navegador Chrome e o Gemini, seu modelo de IA generativa. Essa fusão muda completamente a lógica da busca. Em vez de listar sites, a IA entrega resumos prontos que respondem diretamente à dúvida do usuário — sem que ele precise clicar em nada.

Só isso já explicaria o impacto: segundo a Search Engine Land, os cliques em resultados orgânicos caíram 30% no último ano, mesmo com aumento de 49% nas impressões. Ou seja, mais gente vê, mas menos gente clica. E a tendência deve piorar: a Gartner projeta uma queda de até 25% no tráfego dos sites já no próximo ano por causa dessas mudanças.

Outros dados do Google reforçam o tamanho da mudança:

  • 480 trilhões de tokens processados por mês com o Gemini;

  • Mais de 400 milhões de usuários ativos do app Gemini;

  • Uso do Gemini 2.5 Pro subiu 45% em poucos meses.

Nesse cenário, SEO continua importante, mas agora, ele precisa conversar com o “Branding Semântico”: tornar sua marca sinônimo dos benefícios que ela entrega. O que isso significa na prática? Significa que a IA só vai escolher seu conteúdo se ele for o mais próximo possível daquilo que resolve o problema da pessoa. E isso é branding, não apenas técnica.

Outro ponto importante: as visões gerais de IA, hoje, já aparecem em mais de 42% dos resultados de busca, e esse número cresce a cada trimestre. Quanto mais essas respostas automatizadas ganham espaço, menor o impacto dos links tradicionais. É um alerta para quem ainda se apoia unicamente em tráfego orgânico.

O futuro da busca na internet e o posicionamento da sua marca

busca por voz

A introdução da SGE (Search Generative Experience) e o avanço das respostas geradas por IA são uma nova forma de interagir com o conhecimento digital. Em vez de apenas navegar por links, o usuário passa a receber uma “resposta editorial” diretamente da máquina — um texto gerado com base em fontes confiáveis, filtrado por algoritmos e sem a necessidade de clique.

Essas visões gerais já mudaram a forma como as pessoas consomem conteúdo. Consultas como “o que é”, “como funciona” ou “quando usar” têm perdido taxas significativas de clique nas primeiras posições. Em áreas como ciência, por exemplo, a demanda caiu quase 38%, e mesmo setores com aumento de buscas, como carreiras e educação, viram queda no CTR.

Para a sua marca, isso significa que você precisa se posicionar não só para o leitor humano, mas para o “leitor IA” também. Isso envolve:

  • Adotar formatos que facilitam a curadoria automática (como listas, FAQs e conteúdo estruturado);

  • Otimizar para termos long tail com intenção clara;

  • Garantir que seu conteúdo tenha profundidade e contexto, e não seja apenas um apanhado superficial de palavras-chave.

Mais do que seguir tendências, será preciso antecipá-las. Marcas que forem capazes de se adaptar rápido a essa nova experiência de busca terão uma vantagem significativa sobre as que ainda esperam que o Google funcione como antes.

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Sua marca está preparada para ser a resposta?

search generative experience

Nesse novo ecossistema de buscas, não basta estar presente. É preciso ser relevante, ser útil e ser encontrado da forma certa, no momento certo. A pergunta final que fica é: sua marca está pronta para ser lembrada… ou será ignorada?

A ComCiência está aqui para ajudar sua marca a ocupar esse novo espaço com inteligência e propósito. Porque o futuro da busca já está aqui, e ele é seletivo.

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