Mais do que anunciar um restaurante em Londrina, a ComCiência estruturou uma operação de mídia capaz de testar públicos, ofertas e criativos, gerar milhares de interações e transformar campanhas em inteligência para decisões de marketing.

O desafio do tráfego pago para restaurantes atrair mais clientes
O desafio não era colocar mais anúncios no ar. Era entender o que realmente trazia pessoas para o Merenda.
Restaurantes convivem com uma complexidade que muitas vezes fica escondida atrás de uma pergunta aparentemente simples: “Como trazer mais clientes?”
O Merenda, em Londrina, já possuía produtos com capacidade de despertar desejo e uma marca com diferentes ocasiões de consumo: almoço, café, sorvetes, sobremesas, finais de semana e encontros.

Mas diferentes produtos não necessariamente atraem as mesmas pessoas — nem pelos mesmos motivos.
Quando a ComCiência iniciou o projeto de tráfego pago, quatro objetivos foram estabelecidos:
- Aumentar a visibilidade da marca em Londrina.
- Contribuir para levar novos consumidores ao espaço físico do restaurante.
- Gerar oportunidades de impacto sobre receita.
- Testar e compreender quais públicos e ofertas apresentavam maior potencial.
O último ponto seria fundamental para tudo o que viria depois. Porque o Merenda não precisava apenas de mídia. Precisava transformar mídia em conhecimento sobre o próprio mercado.
Para ver depois: 5 Sinais de que sua empresa está desperdiçando dinheiro com Anúncio Pago
Um restaurante não tem apenas um público. Tem diferentes ocasiões de consumo.

Uma pessoa procurando onde almoçar durante a semana pode apresentar um comportamento completamente diferente de alguém escolhendo um lugar para tomar café no sábado. Quem responde a uma comunicação sobre sorvete pode não responder ao almoço. Quem mora próximo pode ser impactado de uma maneira. Quem está disposto a atravessar a cidade por uma experiência gastronômica, de outra.
Por isso, a estratégia não começou pela pergunta “Qual anúncio devemos impulsionar?”. Começou por: “Quais hipóteses precisamos testar?”
Almoço executivo, sorvetes, café da tarde e diferentes ocasiões de consumo foram tratados como oportunidades distintas. Segmentações também foram testadas para compreender quais grupos apresentavam maior resposta às campanhas.
Era mídia paga funcionando também como pesquisa de mercado em tempo real.
Testar. Medir. Aprender. Otimizar.
Essa lógica orientou a operação. Em vez de determinar previamente que determinado público seria o melhor, diferentes hipóteses foram colocadas à prova.
Público → Oferta → Criativo → Resultado → Aprendizado → Nova decisão.
Esse ciclo permitiu construir gradativamente uma leitura mais sofisticada sobre o consumidor do Merenda.
No consolidado anterior, campanhas e públicos relacionados a Engajamento, Almoço, Sorvete e Natal apresentaram respostas diferentes. Também identificamos predominância feminina entre os usuários que clicavam nos anúncios e maior representatividade da faixa entre 25 e 34 anos.
Não era apenas performance. Era o Merenda conhecendo melhor quem respondia à sua comunicação.
Mais de 200 mil impressões e mais de 6 mil cliques em um único mês

Em julho de 2026, a operação de Meta Ads alcançou:
- Mais de 200 mil impressões
- Mais de 6 mil cliques
- Taxa de resposta consistente ao longo do período
Tudo isso com uma operação de mídia orientada à eficiência e ao aprendizado contínuo.
Mais importante do que simplesmente ampliar a exposição foi conseguir gerar milhares de interações mantendo eficiência de distribuição.

E julho não foi um resultado isolado. Em junho, as campanhas já haviam registrado:
- Mais de 200 mil impressões
- Mais de 5 mil cliques
- Dezenas de conversas iniciadas
A operação começou a produzir consistência.
Mais de 600 novos seguidores em um mês — e um público quase duas vezes mais eficiente na aquisição.
Veja só: Ciclo de vendas longo no setor industrial trava a decisão de compra?
Quando olhamos apenas para médias, muita inteligência desaparece
Julho gerou mais de 600 novos seguidores para o Instagram do Merenda, ampliando de forma relevante a base proprietária da marca.
Mas havia uma descoberta mais importante escondida dentro desse número. O público Fitness/Saudável respondeu por quase metade das aquisições do mês e apresentou custo de aquisição cerca de 50% inferior à média geral.
Quase metade das aquisições do período veio de um segmento que demonstrou aderência significativamente superior.
E esse aprendizado não surgiu de uma percepção subjetiva sobre o público. Surgiu dos dados.
É exatamente esse tipo de informação que permite decidir onde concentrar orçamento, quais produtos comunicar e quais hipóteses merecem novos testes.


O almoço deixou de ser apenas uma oferta. Virou uma hipótese validada pela mídia.
Desde o início do projeto, o almoço era uma frente estratégica. Havia uma oportunidade clara de trabalhar pessoas e empresas próximas ao Merenda durante os dias úteis.
Mas os testes mostraram que a oportunidade não terminava no prato principal. E por que não um sorvetinho depois do almoço?
A sobremesa passou a fazer parte da experiência e, principalmente, da estratégia. Quem já estava no Merenda para almoçar também poderia ser estimulado a estender o consumo — e o sorvete, o queridinho da casa, ganhou espaço nessa jornada.
A lógica era simples: não se tratava apenas de atrair mais pessoas para o almoço, mas de entender como diferentes ofertas poderiam ampliar o consumo de quem já estava ali. Na prática, a sobremesa ajudou a criar uma nova oportunidade de venda e contribuiu para o aumento do ticket médio.
Mais uma vez, a mídia ajudava a transformar uma hipótese em aprendizado sobre o comportamento do consumidor.

As campanhas ajudaram a testar essa premissa. Em diferentes períodos, públicos e anúncios relacionados ao almoço apareceram entre os destaques de performance.
Em julho, por exemplo, o conjunto relacionado ao almoço ficou entre os destaques de alcance e aquisição. Em outro período consolidado, campanhas de almoço acumularam milhares de cliques. E um dos criativos de melhor desempenho analisados pela equipe foi justamente o Menu de Almoço.
A mídia passou a fornecer evidências para algo que antes poderia ser apenas uma percepção operacional: o almoço tinha potencial para ser trabalhado como uma importante ocasião de aquisição.
O anúncio campeão também ensinou como comunicar comida
Performance não depende apenas de segmentação. O criativo importa. E muito.


Ao analisar os anúncios vencedores, começaram a aparecer características recorrentes.
No caso do Menu de Almoço, elementos como fotografia gastronômica, entendimento rápido da oferta e formato adequado ajudavam o usuário a compreender a proposta em poucos segundos.
Em julho, outro comportamento ganhou destaque. Um conteúdo com estética próxima de UGC — User Generated Content — apresentou características típicas de recomendações espontâneas: linguagem natural, experiência real, comida em evidência e um gancho baseado em curiosidade.
O momento também ajudou. A comunicação do Merenda encontrou um contexto de maior interesse pelo universo do café durante o Londrina Coffee Festival, ampliando a relevância do tema e dando mais força aos conteúdos relacionados à experiência de café.
O aprendizado foi além de identificar um formato que funcionava. A equipe percebeu que timing também é estratégia: quando o conteúdo conversa com um assunto que já está mobilizando a cidade e o público, a marca deixa de disputar atenção sozinha e passa a fazer parte de uma conversa que já está acontecendo.
Em vez de parecer publicidade tradicional, o conteúdo se aproximava da lógica de uma recomendação: alguém descobrindo algo e compartilhando a experiência.
Em vez de parecer publicidade tradicional, parecia alguém dizendo: “Você precisa conhecer isso.”
Esse aprendizado passou a orientar também decisões criativas. Porque tráfego pago não revela apenas quem responde. Também pode revelar como essa pessoa prefere ser impactada.

Isso pode lhe interessar: Como atrair clientes certos e aumentar vendas com tráfego pago para negócios locais
De visualizações para intenção: crescimento nas conversas iniciadas
Existe uma diferença importante entre alguém visualizar um anúncio e decidir conversar com uma empresa.
Em junho, as campanhas registraram crescimento de aproximadamente 15% nas conversas iniciadas sobre o período comparado.
Esse indicador nos aproxima de uma ação mais concreta do consumidor. A pessoa não apenas viu. Não apenas clicou. Ela decidiu iniciar uma interação.
É uma camada especialmente relevante para negócios locais, nos quais dúvidas sobre horário, cardápio, localização, reservas ou produtos podem anteceder uma visita.

O tráfego pago passou a funcionar como inteligência de mercado
Esse talvez seja o resultado mais importante do projeto.
Ao longo dos testes, a ComCiência passou a construir respostas para perguntas que qualquer restaurante deveria fazer:
- Quem responde melhor às nossas ofertas?
- Quais ocasiões de consumo despertam maior interesse?
- Quais produtos conseguem atrair novos públicos?
- Qual mensagem faz alguém parar no feed?
- Quais criativos funcionam melhor?
- Quanto custa conquistar a atenção de diferentes segmentos?
- Onde deveríamos colocar o próximo real de mídia?
E essa última pergunta é particularmente importante. Porque otimização não significa simplesmente conseguir um CPC menor. Significa usar evidências para decidir melhor onde investir.

Mídia paga também pode ser pesquisa de mercado
Esse aprendizado ultrapassa o próprio Merenda.
Restaurantes possuem diariamente uma quantidade enorme de informações sobre seus consumidores: pedidos, horários, produtos, ticket, frequência, reservas, avaliações, Instagram, WhatsApp, campanhas e delivery.
O problema é que frequentemente esses dados vivem separados. E quando isso acontece, decisões importantes continuam sendo tomadas com base principalmente em percepção.
O tráfego pago adiciona uma camada extremamente interessante a esse ecossistema porque permite experimentar. Podemos testar uma oferta, um público, uma região, uma ocasião, uma mensagem ou um produto e observar como o mercado responde.
Não usamos dados apenas para comprar mídia melhor. Usamos mídia para produzir dados melhores sobre o negócio.

Veja: Aumento de R$ 10 milhões em oportunidades combinando SEO e Tráfego Pago: o caso da Londrienge
Os quatro objetivos do projeto começaram a produzir respostas
- Visibilidade: alcançada, com campanhas atingindo centenas de milhares de impressões e ampliando a presença digital do Merenda.
- Aquisição e interesse: milhares de cliques, crescimento da base e conversas iniciadas mostram capacidade de movimentar consumidores para além da exposição.
- Inteligência: públicos, ofertas e formatos passaram a ser comparados a partir de comportamento real.
- Impacto comercial: é a camada que continua sendo acompanhada junto à operação do cliente e que depende da combinação dos dados digitais com fluxo e vendas do restaurante.
Essa última distinção é importante. A ComCiência não considera um clique automaticamente uma venda. E não considera alcance automaticamente resultado financeiro.

Marketing científico também significa saber o que os dados permitem afirmar — e o que ainda precisa ser medido.
Saiba mais sobre: Especialista de Tráfego Pago em Londrina
Marketing para restaurantes não deveria ser baseado em achismo

Restaurantes trabalham com margens, capacidade de atendimento, horários, sazonalidade, perecibilidade, localização e diferentes ocasiões de consumo.
Por isso, tráfego pago para restaurantes não deveria significar simplesmente colocar dinheiro atrás de uma publicação bonita. A mídia precisa conversar com o negócio.
No Merenda, a operação passou a conectar públicos + produtos + ocasiões + criativos + mídia + comportamento.
Quanto mais aprendemos, mais qualificadas ficam as próximas decisões. Um restaurante que conhece melhor seu público consegue investir melhor para atraí-lo.

O trabalho com o Merenda mostrou que mídia paga pode cumprir duas funções simultaneamente.
A primeira é óbvia: gerar atenção e demanda.
A segunda é mais estratégica: produzir inteligência.
E quando essas duas coisas trabalham juntas, cada campanha deixa um ativo que permanece mesmo depois que o anúncio termina: conhecimento sobre o consumidor.
Resultados do projeto:
- Mais de 200 mil impressões em um mês
- Mais de 6 mil cliques em um mês
- Mais de 600 novos seguidores em um mês
- Quase metade das aquisições concentradas no público Fitness/Saudável
- Custo de aquisição desse público cerca de 50% inferior à média geral
- +15% nas conversas iniciadas no período comparado
Confira também: Tráfego pago e inteligência artificial gerando mais reservas: o case Recanto Dumont em Londrina
Seu restaurante está comprando mídia ou construindo inteligência?

A diferença entre anunciar e crescer não está apenas no orçamento. Está na capacidade de transformar cada campanha em aprendizado para a próxima decisão.
Na ComCiência, usamos estratégia, mídia, conteúdo e dados para ajudar negócios a entenderem quem atrair, como atrair e onde investir para crescer. Não usamos dados apenas para comprar mídia melhor. Usamos mídia para produzir dados melhores sobre o negócio.
Fale com a ComCiência. Marketing científico para empresas que querem transformar atenção em crescimento.
Confira outros cases de sucesso:
- Marketing para indústria de alimentos: como a Sudract cresceu 57% e aumentou as vendas em 322%
- Instagram como plataforma de vendas para aumentar em 47% seus resultados e o case da Passiphlora
- Como a UNI Gestão se tornou uma marca forte no mercado B2B de gestão financeira e administrativa (e como você também pode)

Agência onde cientistas do marketing unem dados, criatividade e método para impulsionar empresas visionárias. Com um time de estrategistas analíticos – verdadeiros Newtons da conversão e Darwins da adaptação digital – deciframos números, prevemos tendências e criamos planos que fazem o crescimento deixar de ser sorte e virar ciência. Aqui, marketing não é achismo. É fórmula, teste e evolução constante para levar marcas ao futuro com inteligência e impacto.












